
EXÍLIO
© JAIR BARBOSA
de como depois de banido
fui me arrastando a uma terra estranha
de como sem perceber fui parar no olho
do furacão
e deu-se a compreensão acerca da folha que gira
e o seu movimento
mesmo com a legião de demônios solta no asfalto
a freada brusca os estampidos e o corpo estendido
não sei explicar.
escrever sob a violência
e transformar pedras numa torre de vigia.
mesmo sem anjos
mesmo sem beleza
mesmo sem paraíso...
dorme a minha parte mais sombria
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