
Como experiência de vida viveu um tempo na Amazônia, onde morou num barco e conviveu com índios, registrando fatos importantes, executando a medicina e escrevendo sobre as coisas e os sentimentos no meio da floresta.
É sócia da Associação Brasileira de Médicos Escritores, sendo a coordenadora desta entidade no RS. Foi uma das fundadoras da Casa do Poeta Rosariense (Poebras Rosário do Sul) sendo a vice-presidente da primeira diretoria.
FRAGMENTOS
© EZI ASSUMPÇÃO
Deixa eu chorar em paz.
Deixa minha alma
partir-se em mil estilhaços
virar estrelas.
Deixa eu ser mar
maremoto
sopro de brisa
me fazer ventania.
Sou silêncio de tapera
sou riso, lágrimas.
Neste mundo louco
largada.
Sou fragmentos de quimera
sem você
nem que queira
não sou nada.
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