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quinta-feira, março 20, 2008

MARLENE CAMINHOTO NASSA — nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo, mas criou-se em Botucatu, no Estado de São Paulo. Separada, mãe de 3 filhos, tem 2 netinhas.
Formada em Artes Plásticas, Desenho, História da arte e Arte dramática, fez Mestrado em Educação e está concluindo o curso de Direito.
Roteirista de teatro e de cinema, artista plástica, jornalista, colunista social e política por muitos anos, ativista cultural, poetisa e escritora, foi Diretora do Museu Histórico e Pedagógico Francisco Blasi, Professora e Diretora de Cultura Universitária.
Detentora de muitos prêmios literários e de artes plásticas, participante de inúmeros salões,obtendo o Prêmio Governador do Estado de Teatro Amador, como melhor atriz, com o grupo GATA, da UNESP.
São de sua autoria os desenhos do Calendário Oficial dos 450 anos da cidade de São Paulo e de vários outros, indicados a prêmios internacionais.
Lançou um livro de contos, “Catança”, na última Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

REENCANTAR O OLHAR

© MARLENE CAMINHOTO NASSA

Tu querias reencantar o teu olhar,
E pensando em poder te ajudar,
Aos teus olhos de menino,
Um colorido eu quis dar.
Mas, dentro de mim,
Quando as cores eu fui buscar,
Tomei-me de espanto
Eu estava vazia!
Sem cor e sem encanto...
Só aí fui dar-me conta,
Que as cores e a alegria,
Eu colocava todas na poesia
E ficava desse modo,
Cada dia, mais vazia!

3 comentários:

  1. Anônimo4:17 PM

    Marlene!!
    É vc?? Que lindo te achar aqui!!
    Belo poema!
    Sou a Agatha Alegre...risosss
    Beijão,
    Andrea.

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  2. POETA ZÉ DE LOLA disse...

    POETA ZÉ DE LOLA:

    POESIA:
    CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.

    I
    Mim diga o motivo
    Conseqüência ou razão
    Algum crime eu pratiquei?
    Ou serei algum ladrão?
    Se não sou um delinquente
    Mim diga aí seu demente
    Por que estou na prisão?
    II
    Existem organizações
    Pra cuidar dos animais,
    Mas permite uma licença
    Veja só o que se faz
    Você paga um tostão
    O bicho vai pra prisão
    Não se solta nunca mais.
    III
    Não há motivo qualquer
    Que possa justificar
    Tirar nossa liberdade
    Que a natureza nos dá
    É uma grande covardia
    Praticada dia a dia
    Quando isso vai parar?
    IV
    Ninguém por preço nenhum
    Quer que viver engaiolado
    Até mesmo um criminoso
    Contrata um advogado
    Pra fazer sua defesa
    E às vezes com sutileza
    Ele sol um culpado.
    V
    “Coloque-se” em nosso lugar
    Use sua consciência
    Fique preso numa gaiola
    Faça uma experiência
    Pra burrice tem limite
    Por que você não admite
    Essa sua incoerência?
    VI
    O pássaro vive feliz
    Em seu habitat natural
    Os homens ignorantes
    Que gostam de fazer mal
    Tira sua liberdade
    E esta imbecilidade
    Eles acham que é normal.
    VII
    Se eu fosse funcionário
    Da defesa ambiental
    Ficaria muito triste
    Por ver como é natural
    O crime que é praticado
    Como está sendo depredado
    O nosso reino animal.
    VIII
    Oh! Como seria bom
    Que o homem se ligasse
    Respeitasse a diferença
    Que existe em outra classe
    Depredar a natureza
    É uma indelicadeza
    Seria bom que mudasse

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  3. Anônimo12:33 AM

    SOU POETA E COMPOSITORA E GOSTEI MUITO DESSA PÁGINA. E GOSTARIA DE ENTRAR PARA ESSE CLUBE POETAS DO BRASIL.JÁ TENHO UNS 10 LIVROS PARA LANÇAR MAS NUNCA TICE OPORTUNIDADE. CONTO COM VOCES. POR FAVOR ME AJUDEM. babypoeta@hotmail.com ou 30335818.

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